(...) É um homem que queria mudar o mundo. E quando eu pergunto onde isso tudo foi parar, ele me diz que isso hoje em dia é utopia, que não acredita mais em certas instituições outrora tão dona de seus sonhos... Eu penso no homem que mudou o meu mundo, que mudou a minha vida de forma definitiva, mas não falo nada, apenas sorrio com o canto da boca para ver se ele pára de dizer tantas bobagens... o único defeito dele é que ele não sabe nada sobre verdadeiros heróis...
==========================================================
Você era o plano. Editado, revisado, rabiscado, por tantas vezes rasurado, e por fim, pronto. Era o plano e agora, sobremaneira e sobretudo, é a escolha.
E além, muito além disso tudo, ainda e sempre, é a minha entrega. A mais plena, a mais intensa, a mais verdadeira. É o meu melhor pedaço. É o capítulo mais bonito da minha história. É o meu caminhar lado a lado, é meu afago ao final do dia, é o olhar compreensivo pousado na mesa, é quem me dá certeza de que não há problema verdadeiramente grande no mundo que não possamos enfrentar juntos.
É quem eu imagino ao meu lado daqui muitos (muitos mesmo) anos, em uma varanda, em uma noite de outono, tomando um cálice de vinho do porto, esquentando minhas mãos geladas.
“- Agora venha meu bem, faz frio aqui fora..”
É o equilíbrio fundamental e incondicional da minha insanidade, é peça indispensável na engrenagem da minha vida. É o chocolate amargo, é vela amarela, é a lua cheia, é Blues, é não precisar falar.
É a crônica terminada, o plano fechado, o texto não mais rasurado, é a história contada com suas partes impublicáveis, o sono velado.
É a espera pelos melhores anos da minha vida...
E além, muito além disso tudo, ainda e sempre, é a minha entrega. A mais plena, a mais intensa, a mais verdadeira. É o meu melhor pedaço. É o capítulo mais bonito da minha história. É o meu caminhar lado a lado, é meu afago ao final do dia, é o olhar compreensivo pousado na mesa, é quem me dá certeza de que não há problema verdadeiramente grande no mundo que não possamos enfrentar juntos.
É quem eu imagino ao meu lado daqui muitos (muitos mesmo) anos, em uma varanda, em uma noite de outono, tomando um cálice de vinho do porto, esquentando minhas mãos geladas.
“- Agora venha meu bem, faz frio aqui fora..”
É o equilíbrio fundamental e incondicional da minha insanidade, é peça indispensável na engrenagem da minha vida. É o chocolate amargo, é vela amarela, é a lua cheia, é Blues, é não precisar falar.
É a crônica terminada, o plano fechado, o texto não mais rasurado, é a história contada com suas partes impublicáveis, o sono velado.
É a espera pelos melhores anos da minha vida...